ANÁLISE ESTRATÉGICA (DIAGNÓSTICO) VEM DA FERRAMENTA ANÁLISE SWOT
AMBIENTE INTERNO – É CONTROLÁVEL. O PONTOS FORTES E OS PONTOS FRACOS DA ORGANIZAÇÃO
AMBIENTE EXTERNO – NÃO É CONTROLÁVEL. AMEAÇAS E OPORTUNIDADES DAS VARIÁVEIS EXTERNAS
SE TIVERMOS A PREDOMINÂNCIA DE MAIS AMEAÇAS COM MAIS PONTOS FRACOS,
A ESTRATÉGIA SERÁ DE SOBREVIVÊNCIA.
SE TIVERMOS A PREDOMINÂNCIA DE MAIS AMEAÇAS COM MAIS PONTOS FORTES, A ESTRATÉGIA SERÁ DE MANUTENÇÃO
SE TIVERMOS A PREDOMINÂNCIA DE MAIS OPORTUNIDADES COM MAIS PONTOS FRACOS,
A ESTRATÉGIA SERÁ DE CRESCIMENTO
SE TIVERMOS A PREDOMINÂNCIA DE MAIS OPORTUNIDADE COM MAIS PONTOS FORTES,
A ESTRATÉGIA SERÁ DE DESENVOLVIMENTO
AS 5 FORÇAS DE PORTER
PODER DOS CONSUMIDORES – poder aquisitivo, necessidade do produto e autoridade
PODER DOS FORNECEDORES – condição de pagamento, prazo de entrega, produtos de qualidade
ATUAÇÃO DA CONCORRÊNCIA – benchmarking ( imitar o que está dando certo, é RÁPIDO, BARATO e ÚTIL)
AMEAÇA DE NOVOS ENTRANTES – novos concorrentes
PRODUTOS SUBSTITUTOS – entropia ( alterar o produto que está sem saída)
O BENCHMARKING É UMA FERRAMENTA DE INSPIRAÇÃO
BENCHMARKING COMPETITIVO – quando a referência passa a ser o concorrente
BENCHMARKING GENÉRICO – é a imitação de organizações de ramos diferentes
BENCHMARKING INTERNO – é um departamento ou um funcionário imitar o outro
AS ESTRATÉGIAS GENÉRICAS DE PORTER
CUSTO – BAIXO CUSTO
DIFERENCIAÇÃO – AGREGA VALOR (STATUS)
NICHO – SEGMENTAÇÃO
MATRIZ DE ANSOFF
PENETRAÇÃO – É UMA ESTRATÉGIA USADA PARA UM PRODUTO E UM MERCADO TRADICIONAL (JÁ EXISTENTES)
DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO – QUANDO O PRODUTO É NOVO E O MERCADO É TRADICIONAL
DESENVOLVIMENTO DE MERCADO – QUANDO O MERCADO É NOVO E O PRODUTO É TRADICIONAL
DIVERSIFICAÇÃO – QUANDO O PRODUTO É NOVO E O MERCADO É NOVO.